quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Policias Militares de Pernambuco lutando por seus Direitos

Polícias e bombeiros militares de Pernambuco se reúnem em assembleia na praça do Derby, onde também fica o Comando Geral da PM PE, no dia de ontem 06 de dezembro, afim de, debater a pauta de reivindicação salarial e de melhorias nas condições de trabalho dos policiais e bombeiros militares do Estado.

A assembléia é também uma resposta ao governo em virtude de manobras do Estado e dos comandos da Polícia e dos bombeiros militares, que de forma unilateral decidiram excluir as associações de classe policial da mesa de negociação com o governo.

Tal atitude inflamou os ânimos na tropa tendo em vista a posição intransigente do governo fez com que a mobilização alcançou níveis de tensão imensa e por conta disso primeira mobilização após o episódio reuni milhares de Policiais de todo o Estado e a promessa é fortalecer a luta contra por melhorias para a categoria da segurança pública em Pernambuco.

A decisão do governo de excluir as associações representativas da mesa de negociação, foi vista como uma manobra do governo com o intuito de desmobilizar os policiais, o governo informou que passará a negociar apenas com o Comando das instituições, o que é no mínimo um contra senso pois como bem se sabe, os comandantes da policia e dos bombeiros, não mais são nada mais do cargos comissionados e de escolha do governador do estado de Pernambuco, sendo assim os mesmo antes de tudo tem compromisso com o governo que lhe mantém no cargo e recebendo gratificações.

Após a assembléia os policiais saíram em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista, e em direção ao Palácio do Campo das Princesas, onde para a surpresa de todos e em ato de falta de respeito com a categoria não havia ninguém para receber os policiais o que aumentou a revolta dos policiais.

Após uma tensão inicial uma comitiva foi recebida no palácio e entregou a pauta de reivindicações da categoria, em seguida foi deliberado com a tropa o incio de uma operação padrão por parte do efetivo, a medida visa força o governo do Estado a negociar com os policiais. 

Fotos: Genival Silva

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