sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Caso José Djair de Lucena

O Sr. José Djair de Lucena no dia 23 do mês de Maio de 2015, foi vítima de bandidos, do qual lhe assaltaram e o seqüestraram para roubar a carga que ele transportava, tendo sido jogado no Lixão da Capital paraibana. Ao voltar para Pernambuco, o caminhoneiro foi fazer ocorrência na DEPOL de Abreu e Lima, e neste momento acabou preso pela aquela circunscrição policial e desceu para o Cotel.

No tramite do Inquérito, o Delegado Alberes Félix chegou à conclusão que o Sr. José Djair era inocente e foi vítima da quadrilha de bandidos que praticavam este tipo de delito entre o Estado de Alagoas até a Paraíba, tendo a prisão do caminhoneiro sido relaxada pela juíza da 1ª Vara Criminal de Abreu e Lima, a Dra. Adriana Brandão, no processo nº 0001113-10.2015.8.17.0001.

Pensando que o trauma tinha encerrado naquela ocasião do relaxamento de sua prisão, foi surpreendido, pois já faz mais de um mês que vem sofrendo constrangimentos ao tentar carregar sua carreta nas transportadoras, no qual diz o Sr. Djair que “ocorreram duas vezes aqui em Pernambuco, uma em Igarassu e outra no Recife, e uma vez na cidade de Mossoró/RN, tendo a empresa seguradora Bounny da cidade de São Paulo, vetado os seus carregamentos nas transportadoras, alegando que o mesmo não se encontra com o cadastro adequado e alegando a ele pessoalmente que se trata da situação do caso de Abreu e Lima no qual foi preso”. 

Segundo o Advogado do Sr. José Djair, o bel. Andrey Stephano, “o que a seguradora Bounny está fazendo é um cerceamento ao exercício da profissão do seu cliente, que está elencada no art. 5º, inc. XI da Constituição Federal, bem como está causando constrangimentos demasiados a seu cliente, mas que se encontra tentando resolver administrativamente a situação, mas a empresa citada encontra-se dificultando a resolução desta situação, motivo que pretende acionar a justiça caso não seja o conflito resolvido”.

Verifica-se que, o que ocorre é uma série de violações a direito de um cidadão, pai de família, que quer trabalhar, mas por um erro estatal, ele vem sendo privado de trabalhar por parte de uma empresa em São Paulo, que libera o transporte de cargas das transportadoras em vários Estados. 

                                     


Reportagem: BlogdeGsilva com texto de um colaborador

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